Em uma demonstração de gratidão realizada pelos
torcedores do Galo em uma rede social, a "hashtag" #PierreGuerreiro chegou aos "Trending Topics Brasil" do Twitter. Trocando em miúdos, Pierre foi um dos assuntos
mais comentados no microblog. Realização feita pela Massa Atleticana, com o propósito de agradecer a entrega do camisa 55, que hoje pode ser chamado de ídolo.
Se procurar a palavra “raça” no
dicionário, aparecerá o nome do Pierre como sinônimo. E não é para menos, fica
difícil recordar de um jogador com tanta disposição vestindo a camisa do Galo em
campo nos últimos tempos. Só se nossa memória nos remeter para década de 80 e
90.
E que fique bem claro: ter raça
não é ter desespero, não é ser afobado, não é ser violento, não é ser
indisciplinado e muito menos dar carrinho em toda bola que se dispute em campo.
Coisa que alguns jogadores da nossa “prestigiada” base vivem fazendo e
recebendo aplausos e valorização de alguns poucos, insistentes, masoquistas e
esperançosos torcedores. Nomes não serão citados, pois o tema principal é o
oposto do que foi falado neste parágrafo.
Se alguém tiver dúvidas de sua
importância, que humildemente, veja os números dele com a camisa do Galo e a
sinceridade aparente de suas entrevistas. É de dar orgulho!
Pierre é candidato a ser mais um
que recordaremos no futuro com saudades da época (espero que gloriosa) que ele
defendeu o Galo.
E, por fim, deixo uma pergunta
para todos: Quando ouvimos a parte mais cantada do nosso empolgante hino “... Lutar, lutar, lutar com toda nossa
raça pra vencer...” de qual jogador nós nos lembramos?
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| Foto: Internet |
Saudações Massa Atleticana!!!
Pedro Djuric Ladeira












