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| Time que enfrentou o Universitário, em jogo realizado no Peru |
Em busca do título da Copa Conmebol, que seria o segundo, iniciamos nossa caminhada contra a Portuguesa fora de casa, com uma satisfatória vitória, por 4x1, com três gols de Valdir, e um de Jorginho. O jogo de volta no Mineirão terminou em 0x0, garantindo a classificação preto e branca para as quartas de final. E não foi nada fácil avançar as semis, tivemos que encaram um ótimo América de Cali, que caiu diante da força do alvinegro. Um 2x1 na Colômbia, com gols de Marques e Jorginho, deu tranquilidade para o jogo de volta em BH. Tranquilidade que o América fez logo questão de destruir, abrindo o placar com Cardona. A força da torcida e a superação nos deram uma dramática classificação, garantida por Edgar. A um passo da final, teríamos pela frente o destaque do torneio, Universitário do Peru. No jogo de ida, realizado fora de casa, logo o capitão Valdir fez questão de acabar com a expectativa da torcida universitária, e Jorginho fechou um tranquilo 2x0. O Galo estava a um passo da final, bastava fazer o dever de casa, e com o apoio da Massa, era uma tarefa relativamente fácil. Marques praticamente garantiu o Galo na final, abrindo o placar aos seis minutos. Valdir, duas vezes, e Cairo finalizaram a maior goleada do alvinegro no torneio, 4x0.
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| O segundo gol de Valdir contra o Universitário |
Na final, um duelo de invictos. Ambos não haviam perdido ainda na competição. Atlético e Lanús se enfrentaram na Argentina, primeiramente. Em um caldeirão lotado, Ibagaza jogou um balde de água fria na torcida atleticana, que estava em bom número na terra do hermanos. O jogo estava quase no intervalo, quando aos 41 da etapa inicial, o lateral direito Bruno deu esperança a Massa. Logo no retorno para o segundo tempo, Sarrinzuela marcou um gol contra e o Galo pulou na frente. O jogo era de ataque contra defesa, mas em dois contra ataques mortais, Hernani e Valdir mataram o jogo. O Galo respeitava o time argentino e sabia que a vitória de 4X1 em plena Argentina era um grande resultado. Mas ao final do jogo, o que se viu foi uma selvageria bem típica dos argentinos. O campo foi invadido por torcedores, dirigentes e jogadores reservas que partiram pra cima da equipe mineira. "PORRADA! PORRADA!" Era isso que se ouvia! Até a polícia argentina bateu nos jogadores mineiros. Saldo da batalha: Dedê saiu desacordado de campo depois que levou um golpe na nuca, e o técnico Leão teve uma fratura no rosto, que necessitou de uma correção cirúrgica.
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| Artilheiro do torneio, e capitão preto e branco, Valdir levantou a taça |
O troco atleticano foi dado no Mineirão. Os hermanos, que não são nada bobos, vieram para BH com um times desfigurado, completamente diferente daquele do primeiro jogo, talvez para não sofrer com a fúria da Massa. Covardia? Não importa, o empate por 1x1, com um gol de Jorginho para o nosso lado, deu o bicampeonato ao Galo. A festa era nossa, tivemos o melhor time, o artilheiro, e merecemos a conquista.
Isso é uma mera homenagem de agradecimento aos guerreiros que nos proporcionaram nosso último grande título, que já tem 15 anos. Este pequeno texto talvez não demonstre tamanha gratidão de toda a Massa, mas é uma forma de lembrar que grandes jogadores, guerreiros, já nos proporcionaram grandes títulos, grandes festas. Obrigado a todos vocês.
Primeiro jogo da Final - Lanús 1x4 Atlético-MG
Segundo jogo da final - Atlético-MG 1x1 Lanús
SAUDAÇÕES ATLETICANAS!
Lucca Sperancini









